Segurança, na Terra, é conquista muito difícil e remota.
Face à condição de ser "planeta de provas e expiações", o processo evolutivo sempre se apresenta exigindo árduos esforços nas lutas em que todos se devem empenhar.
Igualmente, o corpo físico frágil, sujeito a muitos fatores que o agridem, proporciona estados transitórios de harmonia, alterados por desgastes, desajustes e renovação constante de peças.
Do ponto de vista emocional, as heranças que jazem no espírito, responsáveis pelo seu crescimento, surgem e ressurgem em forma de angústias e alegrias, que se sucedem, umas às outras, até o momento da libertação.
Além disso, o estágio moral em que transitam os indivíduos não lhes tem permitido liberar-se dos seus instintos agressivos, que os levam às neuroses, às paranóias, às enfermidades mentais, à violência.
Multiplicam-se, em conseqüência, os crimes com celeridade incontrolável, ao tempo em que os mecanismos de repressão igualmente se tornam desumanos, fazendo do mundo uma imensa arena na qual se digladiam as forças antagônicas em belicosidade incessante e volumosa.
O mercado do sexo, das drogas, dos vícios em geral, vem enlouquecendo as populações, e a insegurança do homem se torna um fenômeno quase normal.
Todos tentam conviver com ela, acostumar-se, quase aguardando a vez de cada um ser agredido.
Instala-se, no íntimo, a desconfiança e, em conseqüência, outros tantos transtornos, dominando, a pouco e pouco, as paisagens psicológicas do homem.
Compreendendo o primitivismo em que se debatia a humanidade do seu tempo, Jesus percebeu quão difícil seria a implantação da paz nos corações e quantas lágrimas seriam vertidas, a fim de que tal acontecesse.
Por esta razão, previu as catástrofes e desarmonias que as criaturas desencadeariam, bem como as incontáveis aflições que se imporiam, aprendendo lentamente o respeito pela vida, conforme relata o seu discípulo no "sermão profético", no apocalipse.
Ofereceu, porém, uma perspectiva de paz, ao afirmar que "aquele que perseverar até o fim, será salvo".
A salvação, aqui, deve ser tomada como um estado de consciência tranqüila, de autodescobrimento, em que o mundo interior se impõe, governando os impulsos desordenados, harmonizando o indivíduo.
Salvo está aquele que sabe quem é, o que veio fazer no mundo, como realizá-lo, e, confiante se entrega à realização do compromisso estabelecido.
A responsabilidade faculta-lhe segurança relativa para o desempenho da atividade a que se vincula.
Cada pessoa tem um compromisso específico na vida e com a vida.
Jesus nos demonstrou isso.
E o seu, foi de construção do "reino de Deus" na Terra.
Não se deteve e nunca postergou essa realização.
Da mesma forma, a segurança pessoal e coletiva resulta do grau de comprometimento do indivíduo, bem como do grupo social.
Jesus atestou a segurança que o caracterizava em todos os momentos, por estar comprometido, sem restrições.
Propunha: "credes em Deus?
Crede também em mim"; "ide e pregai"; "tomai sobre vós o meu fardo e aprendei comigo, que sou manso e humilde de coração..."
Inúmeras vezes o Seu comprometimento com a verdade desvelava-Lhe a segurança que o sustentava na ação.
Sem demonstrar agressividade ou teimosia, a Sua certeza era tranqüila, a Sua determinação imbatível.
A segurança do Mestre acalmava aqueles que nEle se apoiavam, que confiavam nEle.
Sempre tranqüilo, irradiava essa segurança, que contagiava os que o seguiam, até mesmo diante do martírio que enfrentavam com desassombro.
Jesus ensina como o homem deve lograr a sua evolução psíquica, que deve ser desenvolvida simultaneamente com a orgânica, o que demanda tempo.
E por isso, não apresenta receita salvacionista ou simplista, de ocasião.
Antes, propõe o amadurecimento pelo esforço constante, mediante avanços e recuos para fixar o aprendizado e prosseguir até a meta final.
Saber aguardar, esforçando-se, é uma lei que te faculta a vitória.
Desejando segurança na vida, busca Jesus e a ele confia os teus planos.
Faze a parte que te diz respeito e não desfaleças na conquista dos objetivos que parecem distantes.
Retempera o ânimo e persevera.
A segurança te virá como efeito da paz que te iluminará o coração, servindo de estímulo para todas as tuas futuras conquistas.
Pense nisso!
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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Despertai
Neste amanhecer de novas luzes quando o Planeta, em sombras, estertora, a voz do além-túmulo vara distâncias para dizer às criaturas humanas: tende tento!
Despertai, em definitivo para o bem enquanto o tempo urge.
Saí da anestesia da ilusão para os patamares da consciência lúcida.
Até aqui, transitastes por caminhos que ficaram assinalados pelos erros, pelos desvios de conduta, pelos compromissos negativos.
Reabilitai-vos, nesta alvorada, que debilmente vai rompendo a noite.
Estais chamados pelos mensageiros do Senhor, para o banquete nupcial; cuidai da vossa indumentária mental, dos vossos hábitos morais porque não fugireis da própria consciência, que vos não permitirá a apresentação no momento azado.
Rogastes aos Céus que vos mandasse mensageiros de luz e a Terra recebeu estrelas de imarcescível beleza.
Suplicastes a revelação libertadora e Jesus deu-vos o Consolador.
Errastes muito e anelastes pela oportunidade de reparar, de auto-iluminar-vos e, renteais com a dor- bendizei-a, filhos da alma, deixai de recalcitrar contra o aguilhão, baixai a cerviz enquanto é tempo.
Conscientizai-vos de que Jesus vos espera, desde há muito - e este é o vosso momento.
Dizeis, muitas vezes, que Jesus está longe – na Glória Estelar – e, não podeis segui-Lo, cobrindo-Lhe as pegadas da Galiléia. Mas Ele mandou-vos intermediários, semelhantes a vós, que palmilharam as mesmas sendas de espinhos e pedregulhos e alcançaram as estrelas.
Erguei-vos, transformando vossas queixas em hinos de gratidão e os vossos lamentos em poemas de alegria.
Não vos permitais errar outra vez ; comprometer-vos , porque talvez não haja tempo hábil para novas recuperações.
Os Céus descem à Terra.
Nós vos abraçamos para que subais conosco, o monte da sublimação evangélica, e alcanceis as Alturas.
Não vos amedronteis. Não desistais. Só há uma alternativa – avançar.
Vinde pois, filhos da alma, Jesus vos espera!
Envolvendo-vos na claridade libertadora do Evangelho, abraça-vos o servidor paternal e humílimo de sempre,
Despertai, em definitivo para o bem enquanto o tempo urge.
Saí da anestesia da ilusão para os patamares da consciência lúcida.
Até aqui, transitastes por caminhos que ficaram assinalados pelos erros, pelos desvios de conduta, pelos compromissos negativos.
Reabilitai-vos, nesta alvorada, que debilmente vai rompendo a noite.
Estais chamados pelos mensageiros do Senhor, para o banquete nupcial; cuidai da vossa indumentária mental, dos vossos hábitos morais porque não fugireis da própria consciência, que vos não permitirá a apresentação no momento azado.
Rogastes aos Céus que vos mandasse mensageiros de luz e a Terra recebeu estrelas de imarcescível beleza.
Suplicastes a revelação libertadora e Jesus deu-vos o Consolador.
Errastes muito e anelastes pela oportunidade de reparar, de auto-iluminar-vos e, renteais com a dor- bendizei-a, filhos da alma, deixai de recalcitrar contra o aguilhão, baixai a cerviz enquanto é tempo.
Conscientizai-vos de que Jesus vos espera, desde há muito - e este é o vosso momento.
Dizeis, muitas vezes, que Jesus está longe – na Glória Estelar – e, não podeis segui-Lo, cobrindo-Lhe as pegadas da Galiléia. Mas Ele mandou-vos intermediários, semelhantes a vós, que palmilharam as mesmas sendas de espinhos e pedregulhos e alcançaram as estrelas.
Erguei-vos, transformando vossas queixas em hinos de gratidão e os vossos lamentos em poemas de alegria.
Não vos permitais errar outra vez ; comprometer-vos , porque talvez não haja tempo hábil para novas recuperações.
Os Céus descem à Terra.
Nós vos abraçamos para que subais conosco, o monte da sublimação evangélica, e alcanceis as Alturas.
Não vos amedronteis. Não desistais. Só há uma alternativa – avançar.
Vinde pois, filhos da alma, Jesus vos espera!
Envolvendo-vos na claridade libertadora do Evangelho, abraça-vos o servidor paternal e humílimo de sempre,
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Despertai
Neste amanhecer de novas luzes quando o Planeta, em sombras, estertora, a voz do além-túmulo vara distâncias para dizer às criaturas humanas: tende tento!
Despertai, em definitivo para o bem enquanto o tempo urge.
Saí da anestesia da ilusão para os patamares da consciência lúcida.
Até aqui, transitastes por caminhos que ficaram assinalados pelos erros, pelos desvios de conduta, pelos compromissos negativos.
Reabilitai-vos, nesta alvorada, que debilmente vai rompendo a noite.
Estais chamados pelos mensageiros do Senhor, para o banquete nupcial; cuidai da vossa indumentária mental, dos vossos hábitos morais porque não fugireis da própria consciência, que vos não permitirá a apresentação no momento azado.
Rogastes aos Céus que vos mandasse mensageiros de luz e a Terra recebeu estrelas de imarcescível beleza.
Suplicastes a revelação libertadora e Jesus deu-vos o Consolador.
Errastes muito e anelastes pela oportunidade de reparar, de auto-iluminar-vos e, renteais com a dor- bendizei-a, filhos da alma, deixai de recalcitrar contra o aguilhão, baixai a cerviz enquanto é tempo.
Conscientizai-vos de que Jesus vos espera, desde há muito - e este é o vosso momento.
Dizeis, muitas vezes, que Jesus está longe – na Glória Estelar – e, não podeis segui-Lo, cobrindo-Lhe as pegadas da Galiléia. Mas Ele mandou-vos intermediários, semelhantes a vós, que palmilharam as mesmas sendas de espinhos e pedregulhos e alcançaram as estrelas.
Erguei-vos, transformando vossas queixas em hinos de gratidão e os vossos lamentos em poemas de alegria.
Não vos permitais errar outra vez ; comprometer-vos , porque talvez não haja tempo hábil para novas recuperações.
Os Céus descem à Terra.
Nós vos abraçamos para que subais conosco, o monte da sublimação evangélica, e alcanceis as Alturas.
Não vos amedronteis. Não desistais. Só há uma alternativa – avançar.
Vinde pois, filhos da alma, Jesus vos espera!
Envolvendo-vos na claridade libertadora do Evangelho, abraça-vos o servidor paternal e humílimo de sempre,
Despertai, em definitivo para o bem enquanto o tempo urge.
Saí da anestesia da ilusão para os patamares da consciência lúcida.
Até aqui, transitastes por caminhos que ficaram assinalados pelos erros, pelos desvios de conduta, pelos compromissos negativos.
Reabilitai-vos, nesta alvorada, que debilmente vai rompendo a noite.
Estais chamados pelos mensageiros do Senhor, para o banquete nupcial; cuidai da vossa indumentária mental, dos vossos hábitos morais porque não fugireis da própria consciência, que vos não permitirá a apresentação no momento azado.
Rogastes aos Céus que vos mandasse mensageiros de luz e a Terra recebeu estrelas de imarcescível beleza.
Suplicastes a revelação libertadora e Jesus deu-vos o Consolador.
Errastes muito e anelastes pela oportunidade de reparar, de auto-iluminar-vos e, renteais com a dor- bendizei-a, filhos da alma, deixai de recalcitrar contra o aguilhão, baixai a cerviz enquanto é tempo.
Conscientizai-vos de que Jesus vos espera, desde há muito - e este é o vosso momento.
Dizeis, muitas vezes, que Jesus está longe – na Glória Estelar – e, não podeis segui-Lo, cobrindo-Lhe as pegadas da Galiléia. Mas Ele mandou-vos intermediários, semelhantes a vós, que palmilharam as mesmas sendas de espinhos e pedregulhos e alcançaram as estrelas.
Erguei-vos, transformando vossas queixas em hinos de gratidão e os vossos lamentos em poemas de alegria.
Não vos permitais errar outra vez ; comprometer-vos , porque talvez não haja tempo hábil para novas recuperações.
Os Céus descem à Terra.
Nós vos abraçamos para que subais conosco, o monte da sublimação evangélica, e alcanceis as Alturas.
Não vos amedronteis. Não desistais. Só há uma alternativa – avançar.
Vinde pois, filhos da alma, Jesus vos espera!
Envolvendo-vos na claridade libertadora do Evangelho, abraça-vos o servidor paternal e humílimo de sempre,
sexta-feira, 16 de abril de 2010
POEMAS DE PAZ
Uma gaivota ao longe, voando sobe o mar tranquilo.
Um cromo de beleza, uma mensagem de paz.
*
Possuindo a paz, o homem se transforma numa flauta
cuja respiração entoa sublime e doce melodia.
*
Arroteado o solo na labuta da semeação, se veste de
paz na riqueza exuberante da abundância de grãos.
*
Pode-se insuflar a guerra e mobilizar as forças da
destruição; calar a música da alegria dos povos e aumentar a dor no
carro das vidas. Nunca, porém, se poderão calar as vozes da esperança
e as canções de paz da natureza, convidando os homens à vitória sobre
as paixões.
*
A princípio, quando o rio atinge o mar mantém suas
águas separadas, para misturar-se além, muito além, em harmoniosa
conjugação de líquidos.
Iniciante, a paz isola o homem enquanto este se
integra na sua posse, para depois a possuir, confundir-se entre as
criaturas sem perder as qualidades íntimas.
*
A liberdade perfeita com a responsabilidade da
consciência formam as melhores substâncias da paz humana.
*
Realmente livre, sem amarras de fora, sem limitações
por dentro: em paz!
Um cromo de beleza, uma mensagem de paz.
*
Possuindo a paz, o homem se transforma numa flauta
cuja respiração entoa sublime e doce melodia.
*
Arroteado o solo na labuta da semeação, se veste de
paz na riqueza exuberante da abundância de grãos.
*
Pode-se insuflar a guerra e mobilizar as forças da
destruição; calar a música da alegria dos povos e aumentar a dor no
carro das vidas. Nunca, porém, se poderão calar as vozes da esperança
e as canções de paz da natureza, convidando os homens à vitória sobre
as paixões.
*
A princípio, quando o rio atinge o mar mantém suas
águas separadas, para misturar-se além, muito além, em harmoniosa
conjugação de líquidos.
Iniciante, a paz isola o homem enquanto este se
integra na sua posse, para depois a possuir, confundir-se entre as
criaturas sem perder as qualidades íntimas.
*
A liberdade perfeita com a responsabilidade da
consciência formam as melhores substâncias da paz humana.
*
Realmente livre, sem amarras de fora, sem limitações
por dentro: em paz!
sábado, 10 de abril de 2010
POEMAS DE PAZ
A paz é qual cidadela que para ser vencida deve perder as
muralhas dos obstáculos de que se reveste para quem a vê por fora.
*
Não há tormenta exterior por mais poderosa que consiga vencer
o semblante confiante da paz de quem conduz reta moral, mente
harmonizada e coração amoroso.
*
O amor desinteressado e puro é nascente de paz reconfortante e
vitalizadora.
*
A paz não pode ser considerada como um estado d'alma, ligeiro
e exuberante. É uma condição permanente, derivada de vitórias sobre
vitórias no campo da vida até a superação de si mesmo.
*
Quando uma aragem de amor envolve o homem abnegado a serviço
da vida, um poema de paz canta no seu coração, concitando-o à paz
demorada da felicidade.
*
A paz usa pouca roupagem verbalista, quase nenhuma, nenhuma
para os que a conseguiram.
*
Aquele que permuta não ama; ainda está aprendendo a doar.
Quem se refere à própria paz, exibindo-a, ainda não a
encontrou, está tentando.
*
Ardente e amor venceu a paixão e se encontrou em paz.
muralhas dos obstáculos de que se reveste para quem a vê por fora.
*
Não há tormenta exterior por mais poderosa que consiga vencer
o semblante confiante da paz de quem conduz reta moral, mente
harmonizada e coração amoroso.
*
O amor desinteressado e puro é nascente de paz reconfortante e
vitalizadora.
*
A paz não pode ser considerada como um estado d'alma, ligeiro
e exuberante. É uma condição permanente, derivada de vitórias sobre
vitórias no campo da vida até a superação de si mesmo.
*
Quando uma aragem de amor envolve o homem abnegado a serviço
da vida, um poema de paz canta no seu coração, concitando-o à paz
demorada da felicidade.
*
A paz usa pouca roupagem verbalista, quase nenhuma, nenhuma
para os que a conseguiram.
*
Aquele que permuta não ama; ainda está aprendendo a doar.
Quem se refere à própria paz, exibindo-a, ainda não a
encontrou, está tentando.
*
Ardente e amor venceu a paixão e se encontrou em paz.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
POEMAS DE PAZ
Se realizas o ideal de servir, mantendo a sementeira da vida
na vida da sementeira, tens alegria e essa alegria é também a tua paz.
*
Para que aquilates a grandeza da paz, vive de tal forma que
possas olhar o passado sem envergonhar-se dele...
*
Inconfundível o caráter de paz do Mestre Jesus: a severidade
para com os exploradores do povo, os pusilâmines e os astuciosos Ele
convertia em doçura para as crianças, compaixão para os sofredores e
piedade para os infelizes.
Todo Ele é uma surpresa para quantos Lhe buscam a Mensagem.
O Homem incorruptível que é comunga com os pecadores, desdenha
os falsos lauréis e é fixado numa Cruz. Todavia Sua vida é a
verdadeira vida.
Seu legado: fidelidade ao dever, servidão à Justiça, amor à Humanidade.
*
Se buscas a paz através do auto aniquilamento da vontade e do
"eu" sem o serviço redentor junto ao teu irmão, nada conseguirás.
*
Se podes evocar o passado dos teus atos, reconhecendo ter
produzido o melhor que poderias realizar, o máximo no mínimo tempo,
surpreender-te-ás em paz de consciência.
*
A paz é uma coroa do bem, tornada visível aos olhos espirituais.
na vida da sementeira, tens alegria e essa alegria é também a tua paz.
*
Para que aquilates a grandeza da paz, vive de tal forma que
possas olhar o passado sem envergonhar-se dele...
*
Inconfundível o caráter de paz do Mestre Jesus: a severidade
para com os exploradores do povo, os pusilâmines e os astuciosos Ele
convertia em doçura para as crianças, compaixão para os sofredores e
piedade para os infelizes.
Todo Ele é uma surpresa para quantos Lhe buscam a Mensagem.
O Homem incorruptível que é comunga com os pecadores, desdenha
os falsos lauréis e é fixado numa Cruz. Todavia Sua vida é a
verdadeira vida.
Seu legado: fidelidade ao dever, servidão à Justiça, amor à Humanidade.
*
Se buscas a paz através do auto aniquilamento da vontade e do
"eu" sem o serviço redentor junto ao teu irmão, nada conseguirás.
*
Se podes evocar o passado dos teus atos, reconhecendo ter
produzido o melhor que poderias realizar, o máximo no mínimo tempo,
surpreender-te-ás em paz de consciência.
*
A paz é uma coroa do bem, tornada visível aos olhos espirituais.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
PAZ
A tormenta prepara o solo para a semeadura,
como a guerra valoriza a paz.
*
A noite hibernal vestindo a terra de crepe acreditou-se
senhora. Logo depois, no entanto, a clara face da manhã
de paz envolveu as sombras e entornou suas dádivas de alegria.
*
Contemplando a seara coberta de flores e de grãos, o agricultor,
emocionado, exclamou: "Graças às minhas mãos a terra está recoberta
de vida e logo mais a mesa surgirá farta de pão! Este é um triunfo meu."
Quando o homem partiu, a gleba feliz, mergulhada na epopéia da própria
paz e pujança, parecia dizer: "Deste-me sementes, homem, e eu te
multipliquei os grãos."
A consciência em paz não relaciona atos, doa benefícios.
*
A flor, que rescende perfumes, identifica-se com o ar, como
a agradecer a concessão da vida. O homem que atende às suas tarefas
se identifica com o Senhor da Vida e se rejubila em paz.
*
Lucigênito, o homem é fascículo da Divina Luz, nele projetada.
Amoroso, o homem se penetra da paz que dimana da Consciência Cósmica
nele presente.
*
A fé que se mantém no tumulto torna-se paz que vence nos conflitos.
como a guerra valoriza a paz.
*
A noite hibernal vestindo a terra de crepe acreditou-se
senhora. Logo depois, no entanto, a clara face da manhã
de paz envolveu as sombras e entornou suas dádivas de alegria.
*
Contemplando a seara coberta de flores e de grãos, o agricultor,
emocionado, exclamou: "Graças às minhas mãos a terra está recoberta
de vida e logo mais a mesa surgirá farta de pão! Este é um triunfo meu."
Quando o homem partiu, a gleba feliz, mergulhada na epopéia da própria
paz e pujança, parecia dizer: "Deste-me sementes, homem, e eu te
multipliquei os grãos."
A consciência em paz não relaciona atos, doa benefícios.
*
A flor, que rescende perfumes, identifica-se com o ar, como
a agradecer a concessão da vida. O homem que atende às suas tarefas
se identifica com o Senhor da Vida e se rejubila em paz.
*
Lucigênito, o homem é fascículo da Divina Luz, nele projetada.
Amoroso, o homem se penetra da paz que dimana da Consciência Cósmica
nele presente.
*
A fé que se mantém no tumulto torna-se paz que vence nos conflitos.
TORMENTA E PAZ
Tempestade! Os ventos fortes e as chuvas torrenciais se unem em espetáculo dantesco.
Enxurrada e lamaçal destroem sementeiras e alagam propriedades.
Os trovões lançam seus gritos, enquanto os relâmpagos bailam com faíscas de luz, pelos céus.
Destruição e treva reinam por algum tempo. Depois, uma grande calmaria a tudo sucede.
Os trombeteiros do medo e os gigantes do horror cessam a fúria.
A terra se apresenta revolvida, as árvores arrancadas, os ninhos desfeitos. Os rios transbordantes e os dentes rilhados do sofrimento estão à mostra em toda parte, apresentando um quadro de aflição.
No entanto, o ar está liberado de miasmas, de tensões, das altas cargas elétricas e magnéticas que aniquilam os homens, os animais e as plantas com lentidão.
A pouco e pouco, as mãos da renovação trabalham os painéis destroçados e tudo retorna à normalidade. A natureza repousa para logo mais apresentar toda sua beleza outra vez.
Assim também é a vida. A tormenta das dores, a borrasca dos sofrimentos atinge as criaturas vez ou outra, mais duramente. É como se tudo se unisse e acontecesse ao mesmo tempo: a enfermidade no lar, o desemprego, desentendimentos familiares, o abandono de alguém amado, uma traição.
As nuvens escuras do desalento toldam o céu dos sentimentos e a desesperança castiga a alma.
Contudo, por mais rudes sejam os padecimentos, as dificuldades ou os problemas, eles passam. Tudo passa na vida, pois tudo é transitório.
Por isso, lembremos as lições de Madre Teresa de Calcutá que, em bela página, assim se expressou:
Tua força interior e tuas convicções não têm idade. Teu espírito é o espanador de qualquer teia de aranha.
Continua, apesar de todos esperarem que abandones as lutas. Não deixes que se enferruje o ferro que há em ti.
Age de forma que, em vez de compaixão, as criaturas te tenham respeito.
E, se o peso das lutas e dos anos, te disser que não podes mais correr, prossegue andando.
Diminui o ritmo, mas caminha sempre. Mesmo que tenhas que usar uma bengala, nunca te detenhas porque atrás de cada linha de chegada, há uma de partida.
Atrás de cada triunfo, há outro desafio. E mesmo que a pele enrugue, o cabelo fique branco, os dias se convertam em anos, o mais importante em ti somente se torna melhor: o espírito imortal que és.
* * *
A poesia de luz que supera a noite sombria, é convite à renovação.
Mesmo que a noite das aflições teime em colocar trevas em tua alma e a dominar as tuas aspirações, segue o sol e permite-te bordar de dia o teu coração.
A luz brilha fora de ti, na natureza que desperta, elevando um hino à vida.
Faze a tua claridade interior e renasce.
Enxurrada e lamaçal destroem sementeiras e alagam propriedades.
Os trovões lançam seus gritos, enquanto os relâmpagos bailam com faíscas de luz, pelos céus.
Destruição e treva reinam por algum tempo. Depois, uma grande calmaria a tudo sucede.
Os trombeteiros do medo e os gigantes do horror cessam a fúria.
A terra se apresenta revolvida, as árvores arrancadas, os ninhos desfeitos. Os rios transbordantes e os dentes rilhados do sofrimento estão à mostra em toda parte, apresentando um quadro de aflição.
No entanto, o ar está liberado de miasmas, de tensões, das altas cargas elétricas e magnéticas que aniquilam os homens, os animais e as plantas com lentidão.
A pouco e pouco, as mãos da renovação trabalham os painéis destroçados e tudo retorna à normalidade. A natureza repousa para logo mais apresentar toda sua beleza outra vez.
Assim também é a vida. A tormenta das dores, a borrasca dos sofrimentos atinge as criaturas vez ou outra, mais duramente. É como se tudo se unisse e acontecesse ao mesmo tempo: a enfermidade no lar, o desemprego, desentendimentos familiares, o abandono de alguém amado, uma traição.
As nuvens escuras do desalento toldam o céu dos sentimentos e a desesperança castiga a alma.
Contudo, por mais rudes sejam os padecimentos, as dificuldades ou os problemas, eles passam. Tudo passa na vida, pois tudo é transitório.
Por isso, lembremos as lições de Madre Teresa de Calcutá que, em bela página, assim se expressou:
Tua força interior e tuas convicções não têm idade. Teu espírito é o espanador de qualquer teia de aranha.
Continua, apesar de todos esperarem que abandones as lutas. Não deixes que se enferruje o ferro que há em ti.
Age de forma que, em vez de compaixão, as criaturas te tenham respeito.
E, se o peso das lutas e dos anos, te disser que não podes mais correr, prossegue andando.
Diminui o ritmo, mas caminha sempre. Mesmo que tenhas que usar uma bengala, nunca te detenhas porque atrás de cada linha de chegada, há uma de partida.
Atrás de cada triunfo, há outro desafio. E mesmo que a pele enrugue, o cabelo fique branco, os dias se convertam em anos, o mais importante em ti somente se torna melhor: o espírito imortal que és.
* * *
A poesia de luz que supera a noite sombria, é convite à renovação.
Mesmo que a noite das aflições teime em colocar trevas em tua alma e a dominar as tuas aspirações, segue o sol e permite-te bordar de dia o teu coração.
A luz brilha fora de ti, na natureza que desperta, elevando um hino à vida.
Faze a tua claridade interior e renasce.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Instrumento ou Arma
Está presente em quase todos os movimentos da atualidade e é responsável por incontáveis fenômenos do processo evolutivo da Humanidade.
Facilita as trocas, impulsiona o progresso, faculta o conforto e sustenta a vida.
A sua presença modifica muitas situações e resolve incontáveis problemas.
Ajuda na enfermidade, na educação e na caridade.
Muitos o consideram fator primordial para a felicidade.
Todavia, responde por crimes inumeráveis: corrupção, desdita, miséria e fome...
Catastrófico em mãos irresponsáveis, estimula o ódio e favorece a violência.
Denigre o caráter, conduz à traição, entorpece os sentimentos...
Referimo-nos ao dinheiro. Não é ele, porém, bom ou mau.
O uso que se lhe faz e a ambição humana que o cerca, o tornam
instrumento de vida ou arma de morte.
*
Não transformes o dinheiro em meta essencial da tua existência. Trabalha por adquiri-lo, a fim de o aplicares nas necessidades e deveres morais.
Busca viver, dele fazendo um meio para as finalidades superiores
da vida, sem que te escravizes à sua paixão vivendo para ele.
Conquista-o mediante o labor digno, de modo que ele seja, em tuas mãos, em tua vida, recurso de elevação e mensageiro da felicidade,
para ti e para aqueles a quem possas beneficiar.
Facilita as trocas, impulsiona o progresso, faculta o conforto e sustenta a vida.
A sua presença modifica muitas situações e resolve incontáveis problemas.
Ajuda na enfermidade, na educação e na caridade.
Muitos o consideram fator primordial para a felicidade.
Todavia, responde por crimes inumeráveis: corrupção, desdita, miséria e fome...
Catastrófico em mãos irresponsáveis, estimula o ódio e favorece a violência.
Denigre o caráter, conduz à traição, entorpece os sentimentos...
Referimo-nos ao dinheiro. Não é ele, porém, bom ou mau.
O uso que se lhe faz e a ambição humana que o cerca, o tornam
instrumento de vida ou arma de morte.
*
Não transformes o dinheiro em meta essencial da tua existência. Trabalha por adquiri-lo, a fim de o aplicares nas necessidades e deveres morais.
Busca viver, dele fazendo um meio para as finalidades superiores
da vida, sem que te escravizes à sua paixão vivendo para ele.
Conquista-o mediante o labor digno, de modo que ele seja, em tuas mãos, em tua vida, recurso de elevação e mensageiro da felicidade,
para ti e para aqueles a quem possas beneficiar.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
PERFIL DO OTIMISMO
Quando as andorinhas, bailarinas ligeiras, dançam no ar, coloridas pelos últimos raios do sol poente, o suave calor da primavera anuncia a chegada alegre das flores e da renovação da vida.
Arrebentam-se as fendas dos velhos muros e morros cansados, deixando que os vegetais surjam em variado verdor e os campos largos se exibam com matizados em festa inigualável.
As mãos mágicas do Celeste Pintor saem derramando tintas e perfumes embriagadores em todo lugar, confirmando seu inefável amor pelas Suas criaturas.
Os córregos cantam com as águas apressadas e as cachoeiras arrebentam cristais nas pedras resignadas, que os recebem felizes.
Há uma revolução geral, e os dias frios partem, deixando as lembranças tristes sepultadas sem saudades.
Revoadas de aves alegres, incessantemente, bordam os céus com imagens sucessivas de beleza incomum.
A primavera é o otimismo da natureza cantando o poema da estesia de Deus. Enquanto se repita, a aliança de amor permanece entre o homem descuidado e seu Pai zeloso, sustentando a esperança.
Apesar disso, muitas criaturas desanimadas, deixam de fitar a claridade do dia primaveril, mergulhadas na noite das suas paixões.
Preferem olhar o chão onde permanece o lodo, a contemplar o alto onde fulguram as estrelas. Por isso, tornam-se torpes, amarguradas, perturbadoras.
A vida humana, qual ocorre com a da natureza, passa por quadras variadas que se sucedem em ordem de grandeza, servindo uma de base à outra, indispensáveis à harmonia de conjunto.
A noite, que convida ao repouso, enseja a reflexão para o dia, que propicia a ação.
O inverno, que parece destruidor, também enseja a preservação da energia, que estrugirá em vida na primavera.
A criatura humana é o mais grandioso investimento de Deus, na Terra, e ser otimista quanto ao futuro, mesmo que haja dificuldades no presente, é o mínimo que lhe cabe, como afirmação da sua realidade e gratidão ao seu Genitor.
Quem pretende conservar tristeza no coração, encontrará sempre motivos falsos para sustentá-la, acalentando a queixa, cultivando a desdita e nutrindo-se da insatisfação.
O otimismo é gerador de adrenalina emocional, que estimula o sangue, impulsionando ao avanço, à alegria fomentadora da ação.
Cultivando-o nos sentimentos, adquire-se visão para penetrar o lado oculto ou sombrio das ocorrências e entusiasmo para não desfalecer ante os primeiros insucessos da marcha, prelúdios das vitórias futuras.
Quem não possui capacidade para sustentar com valor os embates malogrados, não tem condições para viver as grandes e decisórias batalhas.
Nos céus dos que amam e confiam em Deus com otimismo, sempre haverá andorinhas bailando em prenúncio de gloriosas primaveras.
* * *
“O homem deve impor-se a tarefa de abrir janelas de otimismo nas salas onde dominam tristezas e arejar esconderijos pestilenciais de pessimismo mediante o aroma da esperança”.
Arrebentam-se as fendas dos velhos muros e morros cansados, deixando que os vegetais surjam em variado verdor e os campos largos se exibam com matizados em festa inigualável.
As mãos mágicas do Celeste Pintor saem derramando tintas e perfumes embriagadores em todo lugar, confirmando seu inefável amor pelas Suas criaturas.
Os córregos cantam com as águas apressadas e as cachoeiras arrebentam cristais nas pedras resignadas, que os recebem felizes.
Há uma revolução geral, e os dias frios partem, deixando as lembranças tristes sepultadas sem saudades.
Revoadas de aves alegres, incessantemente, bordam os céus com imagens sucessivas de beleza incomum.
A primavera é o otimismo da natureza cantando o poema da estesia de Deus. Enquanto se repita, a aliança de amor permanece entre o homem descuidado e seu Pai zeloso, sustentando a esperança.
Apesar disso, muitas criaturas desanimadas, deixam de fitar a claridade do dia primaveril, mergulhadas na noite das suas paixões.
Preferem olhar o chão onde permanece o lodo, a contemplar o alto onde fulguram as estrelas. Por isso, tornam-se torpes, amarguradas, perturbadoras.
A vida humana, qual ocorre com a da natureza, passa por quadras variadas que se sucedem em ordem de grandeza, servindo uma de base à outra, indispensáveis à harmonia de conjunto.
A noite, que convida ao repouso, enseja a reflexão para o dia, que propicia a ação.
O inverno, que parece destruidor, também enseja a preservação da energia, que estrugirá em vida na primavera.
A criatura humana é o mais grandioso investimento de Deus, na Terra, e ser otimista quanto ao futuro, mesmo que haja dificuldades no presente, é o mínimo que lhe cabe, como afirmação da sua realidade e gratidão ao seu Genitor.
Quem pretende conservar tristeza no coração, encontrará sempre motivos falsos para sustentá-la, acalentando a queixa, cultivando a desdita e nutrindo-se da insatisfação.
O otimismo é gerador de adrenalina emocional, que estimula o sangue, impulsionando ao avanço, à alegria fomentadora da ação.
Cultivando-o nos sentimentos, adquire-se visão para penetrar o lado oculto ou sombrio das ocorrências e entusiasmo para não desfalecer ante os primeiros insucessos da marcha, prelúdios das vitórias futuras.
Quem não possui capacidade para sustentar com valor os embates malogrados, não tem condições para viver as grandes e decisórias batalhas.
Nos céus dos que amam e confiam em Deus com otimismo, sempre haverá andorinhas bailando em prenúncio de gloriosas primaveras.
* * *
“O homem deve impor-se a tarefa de abrir janelas de otimismo nas salas onde dominam tristezas e arejar esconderijos pestilenciais de pessimismo mediante o aroma da esperança”.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Insegurança
Há momentos em que se imiscuem, no sentimento do combatente, emoções desconcertantes.
Ressaibo do atavismo ancestral, que remanesce em contínuas investidas, logra vencer quantos lhe dão guarida, estimulados pela autopiedade e pela presunção.
Porque se espalha a agressividade, tens a impressão de que lhe serás a próxima vítima.
Diante das incertezas que decorrem da beligerância generalizada, absorves o vapor deletério que se expressa em forma de insegurança.
Tem cuidado com esse tipo de fobia em relação ao presente, ao futuro e aos que te cercam.
*
Há os que se armam, pensando em reagir, quando agredidos. Outros se condicionam para a agressão em primeiro passo, como mecanismo de defesa. Diversos revestem-se de falsa condição de superioridade, evitandoos contatos humanos
que lhe parecem desagradar.
*
Desarma-te desses vãos atavios.
Ergue-te em pensamento a Deus e n’Ele confia.
Somente acontece o que é necessário para o progresso do homem, exceto quando ele, irresponsavelmente, provoca situações e acontecimentos prejudiciais, por imprevidência e precipitação.
* * *
Cultivando o otimismo e a paz avançarás no teu dia-a-dia,
vencendo o tempo e poupando-te aos estados de insegurança íntima, porque estás
sob o comando de Deus
Ressaibo do atavismo ancestral, que remanesce em contínuas investidas, logra vencer quantos lhe dão guarida, estimulados pela autopiedade e pela presunção.
Porque se espalha a agressividade, tens a impressão de que lhe serás a próxima vítima.
Diante das incertezas que decorrem da beligerância generalizada, absorves o vapor deletério que se expressa em forma de insegurança.
Tem cuidado com esse tipo de fobia em relação ao presente, ao futuro e aos que te cercam.
*
Há os que se armam, pensando em reagir, quando agredidos. Outros se condicionam para a agressão em primeiro passo, como mecanismo de defesa. Diversos revestem-se de falsa condição de superioridade, evitandoos contatos humanos
que lhe parecem desagradar.
*
Desarma-te desses vãos atavios.
Ergue-te em pensamento a Deus e n’Ele confia.
Somente acontece o que é necessário para o progresso do homem, exceto quando ele, irresponsavelmente, provoca situações e acontecimentos prejudiciais, por imprevidência e precipitação.
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Cultivando o otimismo e a paz avançarás no teu dia-a-dia,
vencendo o tempo e poupando-te aos estados de insegurança íntima, porque estás
sob o comando de Deus
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