Você tem capacidade.
Há momentos em que tudo parece conspirar contra você.
Desponta até a descrença no seu potencial de ação.
Mas, ante as resistências que surgem, empregue a
energia adequada, a compreensão e a paciência.
Concientize-se de que não lhe falta
capacidade, inteligência e discernimento.
As dificuldades cedem lugar ante a
sua postura corajosa e correta.
Deus é a sustentação de sua capacidade de ação.
domingo, 21 de novembro de 2010
Hoje, olhe o dia
Hoje, olhe o dia com esperanças e pronuncie esta oração:
“Pai Santo, abençoe este dia.
Ponha nele o que é bom e o que alegra.
Que à luz deste dia eu seja melhor que antes.
Que eu tenha calma, acerte no que faça,
compadeça-me dos outros, sentindo que
são meus irmãos, que possuem mais virtudes
do que defeitos, mais bondade do que maldade.
Que eu me torne um canal da Sua bondade
e mantenha no Alto os meus pensamentos,
para amar a tudo e a todos.
Obrigado, Pai, obrigado”.
Assim fazendo, este dia responderá dando-lhe satisfação.
O dia é bom desde cedo para quem
dá a ele o melhor do seu coração.
“Pai Santo, abençoe este dia.
Ponha nele o que é bom e o que alegra.
Que à luz deste dia eu seja melhor que antes.
Que eu tenha calma, acerte no que faça,
compadeça-me dos outros, sentindo que
são meus irmãos, que possuem mais virtudes
do que defeitos, mais bondade do que maldade.
Que eu me torne um canal da Sua bondade
e mantenha no Alto os meus pensamentos,
para amar a tudo e a todos.
Obrigado, Pai, obrigado”.
Assim fazendo, este dia responderá dando-lhe satisfação.
O dia é bom desde cedo para quem
dá a ele o melhor do seu coração.
Hoje, olhe o dia
Hoje, olhe o dia com esperanças e pronuncie esta oração:
“Pai Santo, abençoe este dia.
Ponha nele o que é bom e o que alegra.
Que à luz deste dia eu seja melhor que antes.
Que eu tenha calma, acerte no que faça,
compadeça-me dos outros, sentindo que
são meus irmãos, que possuem mais virtudes
do que defeitos, mais bondade do que maldade.
Que eu me torne um canal da Sua bondade
e mantenha no Alto os meus pensamentos,
para amar a tudo e a todos.
Obrigado, Pai, obrigado”.
Assim fazendo, este dia responderá dando-lhe satisfação.
O dia é bom desde cedo para quem
dá a ele o melhor do seu coração.
“Pai Santo, abençoe este dia.
Ponha nele o que é bom e o que alegra.
Que à luz deste dia eu seja melhor que antes.
Que eu tenha calma, acerte no que faça,
compadeça-me dos outros, sentindo que
são meus irmãos, que possuem mais virtudes
do que defeitos, mais bondade do que maldade.
Que eu me torne um canal da Sua bondade
e mantenha no Alto os meus pensamentos,
para amar a tudo e a todos.
Obrigado, Pai, obrigado”.
Assim fazendo, este dia responderá dando-lhe satisfação.
O dia é bom desde cedo para quem
dá a ele o melhor do seu coração.
Hoje, olhe o dia
Hoje, olhe o dia com esperanças e pronuncie esta oração:
“Pai Santo, abençoe este dia.
Ponha nele o que é bom e o que alegra.
Que à luz deste dia eu seja melhor que antes.
Que eu tenha calma, acerte no que faça,
compadeça-me dos outros, sentindo que
são meus irmãos, que possuem mais virtudes
do que defeitos, mais bondade do que maldade.
Que eu me torne um canal da Sua bondade
e mantenha no Alto os meus pensamentos,
para amar a tudo e a todos.
Obrigado, Pai, obrigado”.
Assim fazendo, este dia responderá dando-lhe satisfação.
O dia é bom desde cedo para quem
dá a ele o melhor do seu coração.
“Pai Santo, abençoe este dia.
Ponha nele o que é bom e o que alegra.
Que à luz deste dia eu seja melhor que antes.
Que eu tenha calma, acerte no que faça,
compadeça-me dos outros, sentindo que
são meus irmãos, que possuem mais virtudes
do que defeitos, mais bondade do que maldade.
Que eu me torne um canal da Sua bondade
e mantenha no Alto os meus pensamentos,
para amar a tudo e a todos.
Obrigado, Pai, obrigado”.
Assim fazendo, este dia responderá dando-lhe satisfação.
O dia é bom desde cedo para quem
dá a ele o melhor do seu coração.
APRESENTAÇĂO DE NOSSA SENHORA
A Igreja celebra a Apresentação de Nossa Senhora no dia 21 de Novembro, como simples Memória.
Seus pais levaram-na ao Templo para a oferecerem ao Senhor e foi no Templo que ela foi educada.
A festa da Apresentação de Nossa Senhora encerra belos ensinamentos para a família cristã, para pais e filhos.
Que modelo mais perfeito pais cristãos poderiam procurar, que Joaquim e Ana?
Que exemplo de verdadeiro amor de Deus eles nos dão!
Os pais não devem sacrificar os filhos ao egoísmo e às paixões, mas a Deus, que lhos deu.
Como Joaquim e Ana devem estar prontos a oferecer os filhos, quando Deus os chamar para o seu serviço.
Todos nós, vemos em Maria o exemplo que devemos imitar, se queremos que nossa vida seja agradável a Deus.
Oração, pureza de coração e trabalho – eis os capítulos principais da vida cristã.
A Apresentação de Nossa Senhora encerra dois sacrifícios: A dos pais e da menina Maria.
Diz a lenda que Joaquim e Ana ofereceram a Deus a filhinha no templo, quando esta tinha três anos.
Sem dúvida, foi para estas santas pessoas um sacrifício muito grande separar-se da filhinha que se achava numa idade em que não há pais que queiram confiar os filhos a mãos estranhas.
Três anos é a idade em que a criança já recompensa de algum modo os trabalhos e sacrifícios dos pais, formulando palavras e fazendo já exercícios mentais que encantam e divertem, dando ao mesmo tempo provas de gratidão e amor filiais.
São Joaquim e Santa Ana não teriam experimentado o sacrifício em toda a sua amargura?
O coração dos amorosos pais não teria sentido a dor da separação?
Que foi que os levou a fazer tal sacrifício?
A lenda fala de um voto que tinham feito.
Votos desta natureza não eram raros no Antigo testamento.
As crianças eram educadas em colégios anexos ao templo, e ajudavam nos múltiplos serviços e funções da casa de Deus.
Não erramos em supor que Joaquim e Ana, quando levaram a filhinha ao templo, fizeram-no por inspiração sobrenatural, querendo Deus que sua futura esposa e mãe recebesse uma educação e instrução esmeradíssima.
Seus pais levaram-na ao Templo para a oferecerem ao Senhor e foi no Templo que ela foi educada.
A festa da Apresentação de Nossa Senhora encerra belos ensinamentos para a família cristã, para pais e filhos.
Que modelo mais perfeito pais cristãos poderiam procurar, que Joaquim e Ana?
Que exemplo de verdadeiro amor de Deus eles nos dão!
Os pais não devem sacrificar os filhos ao egoísmo e às paixões, mas a Deus, que lhos deu.
Como Joaquim e Ana devem estar prontos a oferecer os filhos, quando Deus os chamar para o seu serviço.
Todos nós, vemos em Maria o exemplo que devemos imitar, se queremos que nossa vida seja agradável a Deus.
Oração, pureza de coração e trabalho – eis os capítulos principais da vida cristã.
A Apresentação de Nossa Senhora encerra dois sacrifícios: A dos pais e da menina Maria.
Diz a lenda que Joaquim e Ana ofereceram a Deus a filhinha no templo, quando esta tinha três anos.
Sem dúvida, foi para estas santas pessoas um sacrifício muito grande separar-se da filhinha que se achava numa idade em que não há pais que queiram confiar os filhos a mãos estranhas.
Três anos é a idade em que a criança já recompensa de algum modo os trabalhos e sacrifícios dos pais, formulando palavras e fazendo já exercícios mentais que encantam e divertem, dando ao mesmo tempo provas de gratidão e amor filiais.
São Joaquim e Santa Ana não teriam experimentado o sacrifício em toda a sua amargura?
O coração dos amorosos pais não teria sentido a dor da separação?
Que foi que os levou a fazer tal sacrifício?
A lenda fala de um voto que tinham feito.
Votos desta natureza não eram raros no Antigo testamento.
As crianças eram educadas em colégios anexos ao templo, e ajudavam nos múltiplos serviços e funções da casa de Deus.
Não erramos em supor que Joaquim e Ana, quando levaram a filhinha ao templo, fizeram-no por inspiração sobrenatural, querendo Deus que sua futura esposa e mãe recebesse uma educação e instrução esmeradíssima.
Jesus Cristo Rei do Universo
A celebração da Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, fecha o Ano Litúrgico onde meditamos, sobretudo no mistério de sua vida, sua pregação e o anúncio do Reino de Deus.
Durante o anúncio do Reino, Jesus nos mostra o que este significa para nós como Salvação, Revelação e Reconciliação ante a mentira mortal do pecado que existe no mundo.
Jesus responde ao Pilatos quando pergunta se na verdade Ele é o Rei dos judeus: "Meu Reino não é deste mundo. Se meu Reino fosse deste mundo, meus súditos teriam combatido para que não fosse entregue aos judeus. Mas meu Reino não é daqui" (Jo 18, 36).
Jesus não é o Rei de um mundo de medo, mentira e pecado, Ele é o Rei do Reino de Deus que traz e ao que nos conduz.
Cristo Rei anuncia a Verdade e essa Verdade é a luz que ilumina o caminho amoroso que Ele traçou, com sua Via Crucis, para o Reino de Deus. "Tu o dizes: eu sou rei. Para isso nasci e para isto vim ao mundo: para dar testemunho da verdade. Quem é da verdade escuta minha voz." (Jo 18, 37)
Jesus nos revela sua missão reconciliadora de anunciar a verdade ante o engano do pecado. Assim como o demônio tentou Eva com enganos e mentiras para que fora desterrada, agora Deus mesmo se faz homem e devolve à humanidade a possibilidade de retornar ao Reino, quando qual cordeiro se sacrifica amorosamente na cruz.
Esta festa celebra Cristo como o Rei bondoso e singelo que como pastor guia a sua Igreja peregrina para o Reino Celestial e lhe outorga a comunhão com este Reino para que possa transformar o mundo no qual peregrina.
A possibilidade de alcançar o Reino de Deus foi estabelecida por Jesus Cristo, ao nos deixar o Espírito Santo que nos concede as graças necessárias para obter a Santidade e transformar o mundo no amor. Essa é a missão que lhe deixou Jesus à Igreja ao estabelecer seu Reino.
Pode-se pensar que somente se chegará ao Reino de Deus após passar pela morte mas a verdade é que o Reino já está instalado no mundo através da Igreja que peregrina ao Reino Celestial.
Justamente com a obra de Jesus Cristo, as duas realidades da Igreja -peregrina e celestial- enlaçam-se de maneira definitiva, e assim se fortalece a peregrinação com a oração dos peregrinos e a graça que recebem por meio dos sacramentos. "Quem é da verdade escuta minha voz."(Jo 18, 37) Todos os que se encontram com o Senhor, escutam seu chamado à Santidade e empreendem esse caminho se convertem em membros do Reino de Deus.
"Por eles eu rogo; não rogo pelo mundo, mas pelos que me deste, porque são teus, e tudo o que é meu é teu e tudo o que é teu é meu, e neles sou glorificado.
Já não estou no mundo; mas eles permanecem no mundo e eu volto para ti.
Pai santo guarda-os em teu nome que me deste, para que sejam um como nós.
Não peço que os tires do mundo, mas que os guarde do Maligno.
Eles não são do mundo como eu não sou do mundo.
Santifica-os na verdade; a tua palavra é verdade." (Jo 17, 9-11.15-17)
Esta é a oração que recita Jesus antes de ser entregue e manifesta seu desejo de que o Pai nos guarde e proteja.
Nesta oração cheia de amor para nós, Jesus pede ao Pai para que cheguemos à vida divina pela qual se sacrificou:
"Pai santo, cuida em seu nome aos que me deste, para que sejam um como nós".
E pede que apesar de estar no mundo vivamos sob a luz da verdade da Palavra de Deus.
Assim Jesus Cristo é o Rei e o Pastor do Reino de Deus, que nos tirando das trevas, nos guia e cuida em nosso caminho para a comunhão plena com Deus Amor.
Durante o anúncio do Reino, Jesus nos mostra o que este significa para nós como Salvação, Revelação e Reconciliação ante a mentira mortal do pecado que existe no mundo.
Jesus responde ao Pilatos quando pergunta se na verdade Ele é o Rei dos judeus: "Meu Reino não é deste mundo. Se meu Reino fosse deste mundo, meus súditos teriam combatido para que não fosse entregue aos judeus. Mas meu Reino não é daqui" (Jo 18, 36).
Jesus não é o Rei de um mundo de medo, mentira e pecado, Ele é o Rei do Reino de Deus que traz e ao que nos conduz.
Cristo Rei anuncia a Verdade e essa Verdade é a luz que ilumina o caminho amoroso que Ele traçou, com sua Via Crucis, para o Reino de Deus. "Tu o dizes: eu sou rei. Para isso nasci e para isto vim ao mundo: para dar testemunho da verdade. Quem é da verdade escuta minha voz." (Jo 18, 37)
Jesus nos revela sua missão reconciliadora de anunciar a verdade ante o engano do pecado. Assim como o demônio tentou Eva com enganos e mentiras para que fora desterrada, agora Deus mesmo se faz homem e devolve à humanidade a possibilidade de retornar ao Reino, quando qual cordeiro se sacrifica amorosamente na cruz.
Esta festa celebra Cristo como o Rei bondoso e singelo que como pastor guia a sua Igreja peregrina para o Reino Celestial e lhe outorga a comunhão com este Reino para que possa transformar o mundo no qual peregrina.
A possibilidade de alcançar o Reino de Deus foi estabelecida por Jesus Cristo, ao nos deixar o Espírito Santo que nos concede as graças necessárias para obter a Santidade e transformar o mundo no amor. Essa é a missão que lhe deixou Jesus à Igreja ao estabelecer seu Reino.
Pode-se pensar que somente se chegará ao Reino de Deus após passar pela morte mas a verdade é que o Reino já está instalado no mundo através da Igreja que peregrina ao Reino Celestial.
Justamente com a obra de Jesus Cristo, as duas realidades da Igreja -peregrina e celestial- enlaçam-se de maneira definitiva, e assim se fortalece a peregrinação com a oração dos peregrinos e a graça que recebem por meio dos sacramentos. "Quem é da verdade escuta minha voz."(Jo 18, 37) Todos os que se encontram com o Senhor, escutam seu chamado à Santidade e empreendem esse caminho se convertem em membros do Reino de Deus.
"Por eles eu rogo; não rogo pelo mundo, mas pelos que me deste, porque são teus, e tudo o que é meu é teu e tudo o que é teu é meu, e neles sou glorificado.
Já não estou no mundo; mas eles permanecem no mundo e eu volto para ti.
Pai santo guarda-os em teu nome que me deste, para que sejam um como nós.
Não peço que os tires do mundo, mas que os guarde do Maligno.
Eles não são do mundo como eu não sou do mundo.
Santifica-os na verdade; a tua palavra é verdade." (Jo 17, 9-11.15-17)
Esta é a oração que recita Jesus antes de ser entregue e manifesta seu desejo de que o Pai nos guarde e proteja.
Nesta oração cheia de amor para nós, Jesus pede ao Pai para que cheguemos à vida divina pela qual se sacrificou:
"Pai santo, cuida em seu nome aos que me deste, para que sejam um como nós".
E pede que apesar de estar no mundo vivamos sob a luz da verdade da Palavra de Deus.
Assim Jesus Cristo é o Rei e o Pastor do Reino de Deus, que nos tirando das trevas, nos guia e cuida em nosso caminho para a comunhão plena com Deus Amor.
Oração é tudo de bom!
Oração é tudo de bom!
Oração não é
uma válvula de escape,
nem roteiro
de fuga dos problemas,
nem repositório
de mágoas ou queixas.
Oração é um tempo para a
reflexão consciente,
uma volta ao interior ligação
com o Criador,
de maneira inteligente.
Oração é o breque perfeito
para as ações impensadas,
é uma ponte que liga o
cérebro agitado,
com a serenidade das
energias do bem,
com a sensação de paz que
tanto ansiamos,
que não podemos
viver sem.
Una a oração com
um período de jejum,
que pode ser de alimentos
ou de palavras,
e temos
uma combinação perfeita,
uma simbiose entre o racional
e o emocional,
que se entrelaçam para prover
a sua estabilidade,
é um momento único que beira
a plenitude da felicidade.
Por isso,
não se atenha aos problemas,
fixe-se nas soluções,
nas possibilidades.
Todo mundo carrega em si,
dons especiais,
uma maneira de fazer diferente
o que o mundo faz igual.
Pode ser uma simples
varrição de ruas,
um artesanato, uma costura,
uma invenção,
um bolo confeitado,
ou um delicioso pão.
Em você,
Deus deposita sementes preciosas,
e espera pacientemente,
que elas venham florir,
e assim, um dia,
quem olhar para você,
sinta também
o desejo de sorrir,
pois verá no seu semblante
sereno que diz,
que há um Deus que nos ama,
e convida a ser feliz.
Oração é a junção das palavras
“orar + ação“,
por isso, nunca pare de lutar,
não fique só no esperar.
É tempo de um novo tempo,
é tempo de recomeçar.
Oração não é
uma válvula de escape,
nem roteiro
de fuga dos problemas,
nem repositório
de mágoas ou queixas.
Oração é um tempo para a
reflexão consciente,
uma volta ao interior ligação
com o Criador,
de maneira inteligente.
Oração é o breque perfeito
para as ações impensadas,
é uma ponte que liga o
cérebro agitado,
com a serenidade das
energias do bem,
com a sensação de paz que
tanto ansiamos,
que não podemos
viver sem.
Una a oração com
um período de jejum,
que pode ser de alimentos
ou de palavras,
e temos
uma combinação perfeita,
uma simbiose entre o racional
e o emocional,
que se entrelaçam para prover
a sua estabilidade,
é um momento único que beira
a plenitude da felicidade.
Por isso,
não se atenha aos problemas,
fixe-se nas soluções,
nas possibilidades.
Todo mundo carrega em si,
dons especiais,
uma maneira de fazer diferente
o que o mundo faz igual.
Pode ser uma simples
varrição de ruas,
um artesanato, uma costura,
uma invenção,
um bolo confeitado,
ou um delicioso pão.
Em você,
Deus deposita sementes preciosas,
e espera pacientemente,
que elas venham florir,
e assim, um dia,
quem olhar para você,
sinta também
o desejo de sorrir,
pois verá no seu semblante
sereno que diz,
que há um Deus que nos ama,
e convida a ser feliz.
Oração é a junção das palavras
“orar + ação“,
por isso, nunca pare de lutar,
não fique só no esperar.
É tempo de um novo tempo,
é tempo de recomeçar.
Meus erros
Reconheça os seus erros,
faça uma reflexão,
veja onde tem errado e pare
de culpar o meio,
as pessoas, os fatos,
a história...
assuma o que tem feito e que
não traz resultados,
é um posicionamento de reconhecimento
e humildade.
Reconhecendo os erros,
começa a mudança,
a parte mais dolorosa da história,
não é fácil mudar costumes,
não é fácil sair do conforto
de uma justificativa
deixar a "cara" aberta para tapas,
oferecer a outra face...
Mas, não se iluda,
quando começamos um processo
de mudança necessária,
tudo começa a conspirar
a nosso favor,
mesmo que pareça que tudo
está dando errado,
são apenas pedras rolando da montanha
que vamos escalar..
e é nessa certeza que eu quero
te deixar,
é nessa confiança na sua capacidade
de voar mais alto,
que eu quero te incentivar
a reconhecer os erros,
e sair da armadilha das facilidades,
da vontade cega de sempre
arrumar um culpado.
Faça a sua lista e comece a mudança.
você não imagina onde vai chegar,
além de conquistar paz interior
e novos amigos
terá uma certeza gostosa de que
está no caminho certo,
esse é o segredo dos vitoriosos,
dos que chegam lá,
o seu segredo revelado...
faça uma reflexão,
veja onde tem errado e pare
de culpar o meio,
as pessoas, os fatos,
a história...
assuma o que tem feito e que
não traz resultados,
é um posicionamento de reconhecimento
e humildade.
Reconhecendo os erros,
começa a mudança,
a parte mais dolorosa da história,
não é fácil mudar costumes,
não é fácil sair do conforto
de uma justificativa
deixar a "cara" aberta para tapas,
oferecer a outra face...
Mas, não se iluda,
quando começamos um processo
de mudança necessária,
tudo começa a conspirar
a nosso favor,
mesmo que pareça que tudo
está dando errado,
são apenas pedras rolando da montanha
que vamos escalar..
e é nessa certeza que eu quero
te deixar,
é nessa confiança na sua capacidade
de voar mais alto,
que eu quero te incentivar
a reconhecer os erros,
e sair da armadilha das facilidades,
da vontade cega de sempre
arrumar um culpado.
Faça a sua lista e comece a mudança.
você não imagina onde vai chegar,
além de conquistar paz interior
e novos amigos
terá uma certeza gostosa de que
está no caminho certo,
esse é o segredo dos vitoriosos,
dos que chegam lá,
o seu segredo revelado...
As conquistas do íntimo alteram o seu destino
O plano de Deus para você depende de como você age com os outros. Se amorosamente, atrai os benefícios da paz. Nada lhe faltará.
A entrega do coração aos pensamentos nocivos agrava e sobrecarrega o plano de sua vida e faz aparecer a dor.
Nada pára no Universo, nem você. Caminhe para frente, construindo um destino de alegria e paz.
O destino de felicidade surge das boas ações de cada dia.
A entrega do coração aos pensamentos nocivos agrava e sobrecarrega o plano de sua vida e faz aparecer a dor.
Nada pára no Universo, nem você. Caminhe para frente, construindo um destino de alegria e paz.
O destino de felicidade surge das boas ações de cada dia.
Desempenhe um bom papel.
Para este dia ser maravilhoso, mostre nele as suas
qualidades, com firmeza e com os olhos abertos para
as coisas boas, os ideiais, as esperanças.
É neste dia, melhor do que em todos os que passaram, que
você desempenha o papel que lhe cabe e é feliz.
O dia é como um palco, onde atores representam peças. Mesmo
num palco ruim, bons atores fazem bons papéis, e mesmo em palcos
bons, maus atores fazem maus papeis. Então, este dia será para você o
resultado do desempenho do seu papel.
Deus está na platéia vendo o papel que hoje você faz.
qualidades, com firmeza e com os olhos abertos para
as coisas boas, os ideiais, as esperanças.
É neste dia, melhor do que em todos os que passaram, que
você desempenha o papel que lhe cabe e é feliz.
O dia é como um palco, onde atores representam peças. Mesmo
num palco ruim, bons atores fazem bons papéis, e mesmo em palcos
bons, maus atores fazem maus papeis. Então, este dia será para você o
resultado do desempenho do seu papel.
Deus está na platéia vendo o papel que hoje você faz.
A vida tem dois caminhos
Um permanente, imutável, eterno, que leva você à felicidade.
O outro, passageiro, que leva à dor.
O permanente mostra-se difícil. Precisa ser procurado. Exige esforço, compreensão, persistência. O passageiro se oferece, apresenta atrativos.
Assim são os caminhos do bem e do mal.
Tenha coragem na escolha.
Todo sacrifício na estrada do bem produz luz e alegria que nunca se extinguem.
O outro, passageiro, que leva à dor.
O permanente mostra-se difícil. Precisa ser procurado. Exige esforço, compreensão, persistência. O passageiro se oferece, apresenta atrativos.
Assim são os caminhos do bem e do mal.
Tenha coragem na escolha.
Todo sacrifício na estrada do bem produz luz e alegria que nunca se extinguem.
Evangelho e Simpatia
Do apostolado de Jesus, destaca-se a simpatia por alicerce
da felicidade humana.
A violência não consta da sua técnica de conquistar.
Ainda hoje, vemos vasta fileira de lidadores do sacerdócio
usando, em nome dEle, a imposição e a crueldade;
todavia, o Mestre, invariavelmente, pautou os seus
ensinamentos nas mais amplas normas de respeito
aos seus contemporâneos.
Jamais faltou com o entendimento justo para com
as pessoas e as situações.
Divino Semeador, sabia que não basta plantar os bons
princípios e sim oferecer, antes de tudo, à semente
favoráveis condições, necessários à germinação
e ao crescimento.
Certo, em se tratando do interesse coletivo, Jesus não
menoscaba a energia benéfica.
Exprobra o comercialismo desenfreado que humilha o
Templo, quanto profliga os erros de sua época.
Entretanto, diante das criaturas dominadas pelo mal,
enche-se de profunda compaixão e tolerância construtivas.
Aos enfermos não indaga quanto à causa das aflições
que os vergastam, para irritá-los com reclamações.
Auxilia-os e cura-os.
Os apontamentos que dirige aos pecadores e transviados
são recomendações doces e sutis.
Ao doente curado do Tanque de Betesda, explica despretensioso:
_ Vai e não reincidas no erro para que te não aconteça coisa pior.
À pobre mulher, apedrejada na praça pública, adverte, bondoso:
_ Vai e não peques mais.
Não indica o inferno às vitimas da sombra.
Reergue-as, compassivo, e acende-lhes nova luz.
Compreende os problemas e as lutas de cada um.
Atrai as crianças a si, compadecidamente, infundindo
nova confiança aos corações maternos.
Sabe que Pedro é frágil, mas não desespera e confia nele.
Contempla o torvo drama do espírito de Judas, no entanto,
não o expulsa.
Reconhece que a maioria dos beneficiários não se
revelam à altura das concessões que solicitam, contudo,
não lhes nega assistência.
Preso, recompõe e orelha de Malco, o soldado.
À frente de Pilatos e da Ántipas, não pede providências
suscetíveis de lançar a discórdia, ainda mesmo a título
de preservação da justiça.
Longe de impacientar-se com a presença dos malfeitores
que também sofreram a crucificação, inclina-se
amistosamente para eles e busca entendê-los
e encoraja-los.
Á turba que o rodeia com palavrões e cutiladas
envia pensamentos de paz e votos de perdão.
E, ainda além da morte, não foge aos companheiros
que desertaram.
Materializa-se, diante deles, induzindo-os ao serviço
da regeneração humana, com o incentivo de sua
presença e de seu amor, até ao fim da luta.
Em todas as passagens do Evangelho, perante o
coração humano, sentimos no Senhor o campeão da
simpatia, ensinando como sanar o mal e construir o bem.
E desde a Manjedoura, sob a sua divina inspiração,
um novo caminho redentor se abre aos homens, no
rumo da paz e da felicidade, com bases no auxílio mútuo
e no espírito de serviço, na bondade e na confraternização.
da felicidade humana.
A violência não consta da sua técnica de conquistar.
Ainda hoje, vemos vasta fileira de lidadores do sacerdócio
usando, em nome dEle, a imposição e a crueldade;
todavia, o Mestre, invariavelmente, pautou os seus
ensinamentos nas mais amplas normas de respeito
aos seus contemporâneos.
Jamais faltou com o entendimento justo para com
as pessoas e as situações.
Divino Semeador, sabia que não basta plantar os bons
princípios e sim oferecer, antes de tudo, à semente
favoráveis condições, necessários à germinação
e ao crescimento.
Certo, em se tratando do interesse coletivo, Jesus não
menoscaba a energia benéfica.
Exprobra o comercialismo desenfreado que humilha o
Templo, quanto profliga os erros de sua época.
Entretanto, diante das criaturas dominadas pelo mal,
enche-se de profunda compaixão e tolerância construtivas.
Aos enfermos não indaga quanto à causa das aflições
que os vergastam, para irritá-los com reclamações.
Auxilia-os e cura-os.
Os apontamentos que dirige aos pecadores e transviados
são recomendações doces e sutis.
Ao doente curado do Tanque de Betesda, explica despretensioso:
_ Vai e não reincidas no erro para que te não aconteça coisa pior.
À pobre mulher, apedrejada na praça pública, adverte, bondoso:
_ Vai e não peques mais.
Não indica o inferno às vitimas da sombra.
Reergue-as, compassivo, e acende-lhes nova luz.
Compreende os problemas e as lutas de cada um.
Atrai as crianças a si, compadecidamente, infundindo
nova confiança aos corações maternos.
Sabe que Pedro é frágil, mas não desespera e confia nele.
Contempla o torvo drama do espírito de Judas, no entanto,
não o expulsa.
Reconhece que a maioria dos beneficiários não se
revelam à altura das concessões que solicitam, contudo,
não lhes nega assistência.
Preso, recompõe e orelha de Malco, o soldado.
À frente de Pilatos e da Ántipas, não pede providências
suscetíveis de lançar a discórdia, ainda mesmo a título
de preservação da justiça.
Longe de impacientar-se com a presença dos malfeitores
que também sofreram a crucificação, inclina-se
amistosamente para eles e busca entendê-los
e encoraja-los.
Á turba que o rodeia com palavrões e cutiladas
envia pensamentos de paz e votos de perdão.
E, ainda além da morte, não foge aos companheiros
que desertaram.
Materializa-se, diante deles, induzindo-os ao serviço
da regeneração humana, com o incentivo de sua
presença e de seu amor, até ao fim da luta.
Em todas as passagens do Evangelho, perante o
coração humano, sentimos no Senhor o campeão da
simpatia, ensinando como sanar o mal e construir o bem.
E desde a Manjedoura, sob a sua divina inspiração,
um novo caminho redentor se abre aos homens, no
rumo da paz e da felicidade, com bases no auxílio mútuo
e no espírito de serviço, na bondade e na confraternização.
Alegria
Não olvides que o mundo é um palácio de alegria onde a Bondade do Senhor
se expressa jubilosa.
O sol desce sobre o pântano em sublime exaltação de luz...
A flor endereça ao firmamento permanente mensagem de perfume...
O vento que toca a essência das árvores é um cântico de ninar...
A fonte corre sobre a areia e desliza sobre o pedregulho com a serenidade de
que exerce um divino mandato; a semente vence a sombra da cova fria,
convertendo-se em lavoura de esperança; e a espiga madura sofre
o processo de trituração com a digna humildade de quem se vê
feliz no enriquecimento da mesa...
Não te esqueças, assim, de que a alegria é o nosso dever primordial,
no desempenho de todos os deveres que a vida nos assinala.
Se trabalhas, sê contente na obrigação que te engrandece e renova, para que
o estímulo reine em torno de teus passos; se repousas, que o teu pensamento
vibre a felicidade da alma fiel ao bem, para que a tua atmosfera
mental seja ninho de bênçãos.
Se sofres, sê otimista com a esperança; se lutas, não percas a lâmpada
milagrosa da fé viva que te clareia a senda para a vanguarda da luz!
Se falham teus sonhos de estabilidade na Terra, usa a paciência
construtiva que te reserva bênçãos maiores do amanhã que desconheces;
se tudo é desequilíbrio e flagelação ao teu lado, sê feliz coma tua
esperança a irradiar-se em orações silenciosas de compreensão e de amor.
Deus legou-nos a alegria por divina herança no mundo.
Trabalha, procurando-a e, hoje mesmo, o nevoeiro da amargura dissipar-se-á
em teu caminho, porque pela graça do serviço de nossos semelhantes,
a alegria nascerá dentro de nós mesmos, transformando-se em estrela divina
a fulgurar imorredoura em nosso próprio coração.
se expressa jubilosa.
O sol desce sobre o pântano em sublime exaltação de luz...
A flor endereça ao firmamento permanente mensagem de perfume...
O vento que toca a essência das árvores é um cântico de ninar...
A fonte corre sobre a areia e desliza sobre o pedregulho com a serenidade de
que exerce um divino mandato; a semente vence a sombra da cova fria,
convertendo-se em lavoura de esperança; e a espiga madura sofre
o processo de trituração com a digna humildade de quem se vê
feliz no enriquecimento da mesa...
Não te esqueças, assim, de que a alegria é o nosso dever primordial,
no desempenho de todos os deveres que a vida nos assinala.
Se trabalhas, sê contente na obrigação que te engrandece e renova, para que
o estímulo reine em torno de teus passos; se repousas, que o teu pensamento
vibre a felicidade da alma fiel ao bem, para que a tua atmosfera
mental seja ninho de bênçãos.
Se sofres, sê otimista com a esperança; se lutas, não percas a lâmpada
milagrosa da fé viva que te clareia a senda para a vanguarda da luz!
Se falham teus sonhos de estabilidade na Terra, usa a paciência
construtiva que te reserva bênçãos maiores do amanhã que desconheces;
se tudo é desequilíbrio e flagelação ao teu lado, sê feliz coma tua
esperança a irradiar-se em orações silenciosas de compreensão e de amor.
Deus legou-nos a alegria por divina herança no mundo.
Trabalha, procurando-a e, hoje mesmo, o nevoeiro da amargura dissipar-se-á
em teu caminho, porque pela graça do serviço de nossos semelhantes,
a alegria nascerá dentro de nós mesmos, transformando-se em estrela divina
a fulgurar imorredoura em nosso próprio coração.
NÃO dê ouvidos às intrigas e calúnias
NÃO dê ouvidos às intrigas e calúnias; só a árvore que produz frutos é que se vê apedrejada, para deixá-los cair.
À árvore estéril ninguém dá importância.
A calúnia, muitas vezes, é uma honra para quem a recebe.
Não pare seu serviço por causa da calúnia.
Se para de fazer o que estava fazendo, dá razão ao caluniador.
Siga à frente, e todos acabarão calando-se e no fim ainda baterão palmas ao seu trabalho.
À árvore estéril ninguém dá importância.
A calúnia, muitas vezes, é uma honra para quem a recebe.
Não pare seu serviço por causa da calúnia.
Se para de fazer o que estava fazendo, dá razão ao caluniador.
Siga à frente, e todos acabarão calando-se e no fim ainda baterão palmas ao seu trabalho.
NÃO desanime
NÃO desanime, não pare no primeiro degrau da ascensão.
Se a dúvida o assaltar, se a tristeza bater à sua porta, se a calúnia o ferir, erga sua cabeça corajosamente e contemple o céu iluminado e tranquilo.
Embora recoberto de nuvens, você sabe que elas passarão, e o céu voltará a brilhar.
Siga à frente, que todas as nuvens da existência também hão de passar e voltará a brilhar o sol da alegria.
Se a dúvida o assaltar, se a tristeza bater à sua porta, se a calúnia o ferir, erga sua cabeça corajosamente e contemple o céu iluminado e tranquilo.
Embora recoberto de nuvens, você sabe que elas passarão, e o céu voltará a brilhar.
Siga à frente, que todas as nuvens da existência também hão de passar e voltará a brilhar o sol da alegria.
A felicidade existe para você
A felicidade existe para você.
E não tem fim.
Ela é como a estrada que, se você a imagina impedida
logo adiante, perde o ânimo para tomar.
Então, considere-se com alegria, confiante nos seus valores,
com a certeza de que está na direção certa, sem
temer barreiras, sob o belo manto de Deus.
Se você toma o sentido do bem, tudo vem com mansidão.
E adeus tormentos, desgraças, desesperanças...
Com um pensar sereno, você cria a felicidade, e até as
dificuldades se convertem em oportunidades de evolução.
Estar feliz é ver desimpedida a estrada da vida.
E não tem fim.
Ela é como a estrada que, se você a imagina impedida
logo adiante, perde o ânimo para tomar.
Então, considere-se com alegria, confiante nos seus valores,
com a certeza de que está na direção certa, sem
temer barreiras, sob o belo manto de Deus.
Se você toma o sentido do bem, tudo vem com mansidão.
E adeus tormentos, desgraças, desesperanças...
Com um pensar sereno, você cria a felicidade, e até as
dificuldades se convertem em oportunidades de evolução.
Estar feliz é ver desimpedida a estrada da vida.
PROCURE interessar-se pelas crianças
PROCURE interessar-se pelas crianças, que são o futuro do mundo.
Cuide delas com amor, e não com indiferença.
Quantos cárceres estão cheios, por falta de carinho nos lares!
Não se esqueça de que o criminoso mais cruel foi, um dia, uma criança pura e inocente como todas as outras...
Cuide das crianças com desvelo e carinho, e terá preparado um futuro feliz para a humanidade.
Cuide delas com amor, e não com indiferença.
Quantos cárceres estão cheios, por falta de carinho nos lares!
Não se esqueça de que o criminoso mais cruel foi, um dia, uma criança pura e inocente como todas as outras...
Cuide das crianças com desvelo e carinho, e terá preparado um futuro feliz para a humanidade.
NÃO procure colecionar tesouro apenas nesta Terra
NÃO procure colecionar tesouro apenas nesta Terra, porque os ladrões podem roubá-lo e seu tesouro pode envelhecer.
Além disso, não se esqueça de que, quando partir da Terra, aqui deixará tudo, até seu próprio corpo.
Então, por que ser avarento?
Colecione os tesouros das boas obras, do bem que pratica em benefício do próximo, porque essas riquezas o acompanharão além-túmulo.
Além disso, não se esqueça de que, quando partir da Terra, aqui deixará tudo, até seu próprio corpo.
Então, por que ser avarento?
Colecione os tesouros das boas obras, do bem que pratica em benefício do próximo, porque essas riquezas o acompanharão além-túmulo.
Libertação
A finalidade precípua e mais importante da reencarnação diz respeito ao processo de auto-iluminação do Espírito.
Herdeiro de suas próprias experiências mantém atavismos negativos que o retêm nas paixões perturbadoras, aturdindo-se com freqüência, na busca frenética do prazer e da posse.
Como conseqüência, as questões espirituais permanecem-lhe
em plano secundário, em conceder-se ensejo de crescimento libertador.
Indispensável que se criem as condições favoráveis ao desenvolvimento dos seus valores éticos e espirituais que não devem ser postergardos.
Somente através desse esforço - que é o empenho consciente para o auto-encontro, o denodo para romper com as amarras selvagens da ignorância, da acomodação, da indiferença - que
o logro se torna possível.
Há pessoas que detestam a solidão, afirmando que esta lhes produz depressão e angústia, sensação de abandono e de infelicidade.
Outras, no entanto, buscam-na como terapia indispensável
ao refazimento das forças exauridas, caminho seguro para o reexame de atitudes, para a reflexão em torno dos acontecimentos da vida.
A solidão, todavia, não é boa nem má.
Os valores dela defluentes são sentidos de acordo com o
estado de espírito de cada ser.
O silêncio produz em alguns indivíduos melancolia e medo.
Parece sugerir-lhes um abismo apavorante, ameaçador.
Em outras pessoas, faculta a paz, o processo de readaptação
ao equilíbrio, abrindo espaço para o auto-conhecimento.
O silêncio, no entanto, não é positivo ou negativo.
Conforme o estado íntimo de cada um, ele propicia o que se
faz necessário à paz, à alegria.
Muitos homens se atiram afanosamnente pela conquista do dinheiro, nele colocando todas as aspirações da vida como sendo a meta única a alcançar.
Fazem-se, até mesmo, onzenários.
Inúmeros outros, todavia, não lhe dão maior valor, desperdiçando-o com frivolidade, esbanjando-o sem consideração.
Terminam, desse modo, na estroinice, na miséria econômica.
O dinheiro, entretanto, não é essencial ou secundário na vida.
Vale pelo que pode adquirir e segundo a consideração de que
se reveste transitoriamente.
É indispensável que inicies o processo da tua libertação
quanto antes.
Faze um momento habitual de solidão, onde quer que te encontres.
Não é necessário que fujas do mundo, porém que consigas
um espaço mental e doméstico para exercitares abandono pessoal e aí fazeres silêncio, meditando em paz.
Não digas que o tempo não te faculta ocasião.
Renuncia a alguma tarefa desgastante, a alguma recreação exaustiva, ao tempo que dedicas ao espairecimento saturador
e aplica-o à solidão.
Nesse espaço, isola-te e silencia.
Deixa que a meditação refunda os teus valores íntimos e
logre libertar-te das paixões escravizantes.
Considera o dinheiro e todos os demais valores como instrumentos para finalidades próximas, cuidando daqueloutros de sabor eterno e plenificador, que se te fazem essenciais para o êxito na tua jornada atual, a tua auto-iluminação libertadora.
Herdeiro de suas próprias experiências mantém atavismos negativos que o retêm nas paixões perturbadoras, aturdindo-se com freqüência, na busca frenética do prazer e da posse.
Como conseqüência, as questões espirituais permanecem-lhe
em plano secundário, em conceder-se ensejo de crescimento libertador.
Indispensável que se criem as condições favoráveis ao desenvolvimento dos seus valores éticos e espirituais que não devem ser postergardos.
Somente através desse esforço - que é o empenho consciente para o auto-encontro, o denodo para romper com as amarras selvagens da ignorância, da acomodação, da indiferença - que
o logro se torna possível.
Há pessoas que detestam a solidão, afirmando que esta lhes produz depressão e angústia, sensação de abandono e de infelicidade.
Outras, no entanto, buscam-na como terapia indispensável
ao refazimento das forças exauridas, caminho seguro para o reexame de atitudes, para a reflexão em torno dos acontecimentos da vida.
A solidão, todavia, não é boa nem má.
Os valores dela defluentes são sentidos de acordo com o
estado de espírito de cada ser.
O silêncio produz em alguns indivíduos melancolia e medo.
Parece sugerir-lhes um abismo apavorante, ameaçador.
Em outras pessoas, faculta a paz, o processo de readaptação
ao equilíbrio, abrindo espaço para o auto-conhecimento.
O silêncio, no entanto, não é positivo ou negativo.
Conforme o estado íntimo de cada um, ele propicia o que se
faz necessário à paz, à alegria.
Muitos homens se atiram afanosamnente pela conquista do dinheiro, nele colocando todas as aspirações da vida como sendo a meta única a alcançar.
Fazem-se, até mesmo, onzenários.
Inúmeros outros, todavia, não lhe dão maior valor, desperdiçando-o com frivolidade, esbanjando-o sem consideração.
Terminam, desse modo, na estroinice, na miséria econômica.
O dinheiro, entretanto, não é essencial ou secundário na vida.
Vale pelo que pode adquirir e segundo a consideração de que
se reveste transitoriamente.
É indispensável que inicies o processo da tua libertação
quanto antes.
Faze um momento habitual de solidão, onde quer que te encontres.
Não é necessário que fujas do mundo, porém que consigas
um espaço mental e doméstico para exercitares abandono pessoal e aí fazeres silêncio, meditando em paz.
Não digas que o tempo não te faculta ocasião.
Renuncia a alguma tarefa desgastante, a alguma recreação exaustiva, ao tempo que dedicas ao espairecimento saturador
e aplica-o à solidão.
Nesse espaço, isola-te e silencia.
Deixa que a meditação refunda os teus valores íntimos e
logre libertar-te das paixões escravizantes.
Considera o dinheiro e todos os demais valores como instrumentos para finalidades próximas, cuidando daqueloutros de sabor eterno e plenificador, que se te fazem essenciais para o êxito na tua jornada atual, a tua auto-iluminação libertadora.
NINGUÉM VIVE PARA SI
Porque nenhum de nós vive para si. . ." - Paulo. (ROMANOS, 14:7.)
A árvore que plantas produzirá não somente para a tua fome, mas para socorrer as necessidades de muitos.
A luz que acendes clareará o caminho não apenas para os teus pés, mas igualmente para os viajores que seguem ao teu lado.
Assim como o fio dagua influencia a terra por onde passa, as tuas decisões inspiram as decisões alheias.
Milhares de olhos observam-te os passos, milhares de ouvidos escutam-te a voz e milhares de corações recebem-te os estímulos para o bem ou para o mal.
"Ninguém vive para si . . ." - assevera-nos a Divina Mensagem.
Queiramos ou não, é da Lei que nossa existência pertença às existências que nos rodeiam.
Vivemos para nossos familiares, nossos amigos, nossos ideais . . .
Assim mesmo o usurário exclusivista, que se julga sem ninguém, está vivendo para o ouro ou para as utilidades que restituirá a outras vidas superiores ou inferiores para as quais a morte lhe arrebatará o tesouro.
Compreendendo semelhante realidade, observa o teu próprio caminho.
Sentindo, pensas.
Pensando, realizas.
E tudo aquilo que constitui tuas obras, através das intenções, das palavras e dos atos, representará influência de tua alma, auxiliando-te a libertação para a glória da luz ou agravando-te o cativeiro para o sofrimento nas sombras.
Vigia, pois, o teu mundo íntimo e faze o bem que puderes, ainda hoje, porquanto, segundo a sábia conceituação do Apóstolo Paulo, "ninguém vive para si".
A árvore que plantas produzirá não somente para a tua fome, mas para socorrer as necessidades de muitos.
A luz que acendes clareará o caminho não apenas para os teus pés, mas igualmente para os viajores que seguem ao teu lado.
Assim como o fio dagua influencia a terra por onde passa, as tuas decisões inspiram as decisões alheias.
Milhares de olhos observam-te os passos, milhares de ouvidos escutam-te a voz e milhares de corações recebem-te os estímulos para o bem ou para o mal.
"Ninguém vive para si . . ." - assevera-nos a Divina Mensagem.
Queiramos ou não, é da Lei que nossa existência pertença às existências que nos rodeiam.
Vivemos para nossos familiares, nossos amigos, nossos ideais . . .
Assim mesmo o usurário exclusivista, que se julga sem ninguém, está vivendo para o ouro ou para as utilidades que restituirá a outras vidas superiores ou inferiores para as quais a morte lhe arrebatará o tesouro.
Compreendendo semelhante realidade, observa o teu próprio caminho.
Sentindo, pensas.
Pensando, realizas.
E tudo aquilo que constitui tuas obras, através das intenções, das palavras e dos atos, representará influência de tua alma, auxiliando-te a libertação para a glória da luz ou agravando-te o cativeiro para o sofrimento nas sombras.
Vigia, pois, o teu mundo íntimo e faze o bem que puderes, ainda hoje, porquanto, segundo a sábia conceituação do Apóstolo Paulo, "ninguém vive para si".
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